De acordo com o diretor administrativo, Diohn do Prado, o mármore é um dos revestimentos mais valorizados em projetos residenciais e comerciais, tanto pela estética quanto pela durabilidade. Contudo, logo nas primeiras decisões de um projeto, costuma surgir uma dúvida: devo escolher um mármore claro ou escuro?
A escolha da cor interfere diretamente na manutenção, na percepção do espaço e na longevidade do material. Por isso, entender como cada tonalidade se comporta no dia a dia é fundamental para uma decisão segura e alinhada ao uso do ambiente. Com isso em mente, continue a leitura e entenda como fazer a melhor escolha para o seu projeto.
Mármore claro: quando a leveza visual faz diferença?
O mármore claro é amplamente utilizado em ambientes que buscam amplitude, luminosidade e sensação de limpeza, conforme frisa Diohn do Prado. Tons como branco, bege e creme refletem melhor a luz natural e artificial, o que contribui para espaços visualmente maiores e mais aconchegantes. Em cozinhas, banheiros e salas, esse efeito costuma ser bastante valorizado.
Por outro lado, o mármore claro exige maior cuidado com a manutenção diária, como ressalta o diretor administrativo, Diohn do Prado. Pois, manchas de líquidos escuros, gordura e produtos químicos tendem a ficar mais evidentes. Portanto, esse tipo de mármore demanda limpeza frequente e uso de produtos adequados para preservar a aparência original ao longo do tempo.
Entretanto, mesmo com essas exigências, a durabilidade do mármore claro é alta quando há manutenção preventiva. A aplicação de impermeabilizantes e a atenção no uso diário reduzem riscos de manchas permanentes e desgastes precoces. Assim, trata-se de uma opção indicada para quem valoriza a estética sofisticada e está disposto a manter uma rotina de cuidados.

Mármore escuro: elegância e praticidade caminham juntas?
O mármore escuro costuma ser associado a projetos mais sofisticados e contemporâneos. Tons como preto, marrom e verde profundo criam ambientes marcantes e transmitem sensação de robustez. Em áreas sociais, halls e bancadas, o impacto visual é imediato e contribui para uma estética mais imponente.
Em relação à manutenção, o mármore escuro tende a disfarçar melhor pequenas manchas e sujeiras do dia a dia. Segundo Diohn do Prado, essa característica faz com que ele seja visto como uma alternativa prática para espaços de uso intenso, desde que a limpeza correta seja mantida para evitar perda de brilho.
No entanto, riscos, marcas de água e resíduos de produtos podem ficar mais aparentes dependendo do acabamento escolhido. Aliás, ambientes pequenos ou com pouca iluminação podem parecer ainda mais fechados com o uso excessivo de mármore escuro. Por isso, o equilíbrio entre cor, iluminação e dimensões do espaço é essencial.
Mármore em diferentes ambientes: qual cor escolher?
Em resumo, em banheiros e lavabos, o mármore claro contribui para a sensação de higiene e amplitude, enquanto o escuro cria um efeito mais sofisticado e intimista. Já em cozinhas, a decisão deve considerar o volume de uso, o risco de manchas e a facilidade de manutenção diária. Agora, em áreas comerciais, o mármore escuro costuma ser escolhido pela resistência visual ao desgaste e pela elegância institucional. Em contrapartida, o mármore claro é comum em espaços corporativos que buscam leveza e iluminação natural.
Logo, a análise do fluxo de pessoas e da proposta estética do ambiente é decisiva nesse contexto. Conforme pontua o diretor administrativo, Diohn do Prado, a escolha correta passa por entender o comportamento do mármore ao longo do tempo, evitando decisões baseadas apenas na aparência inicial.
Uma escolha consciente que ajuda a valorizar o projeto
Em conclusão, ao comparar mármore claro ou escuro, fica evidente que cada opção apresenta vantagens e limitações. A decisão ideal considera manutenção, durabilidade e impacto visual, sempre alinhados às características do ambiente. Dessa forma, projetos bem-sucedidos são aqueles que equilibram estética e praticidade desde o início.
Autor: Rudolf Folks










